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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Infinito próximo.

Nada dura para sempre. Ou será que não? Tudo tão relativo. Tão complexo. Tão inexperado. Assim, comigo ou com você. Com ele ou com ela. Um dia ou uma década. Tem hora que simplesmente desmorona sobre a sua cabeça. Quando você menos espera. Ou quando ainda tem esperanças de que tudo vai dar certo. Mas nunca paremos para pensar que o desmoronamento possa ser o atalho para o que é certo. Para o melhor. Tirar algumas pedras de cima de ti é bom para exercitar a sua força. Que sempre esteve contigo. Mas que foi acomodada a ser inutilizada. Mas e o para sempre? Está aqui tão próximo? Bem que poderia. Mas que graça teria na vida de ter tudo tão fácil. Logo eu que já reclamei tanto da dificuldade das coisas. Mas o tempo mostra-nos que tudo pode ser simplesmente nada. E que nós fazemos o inesquecível. Nós criamos as próprias oportunidades. E tiramos algumas, para o melhor. Construimos pontes, inventamos cordas para poder ultrapassar obstáculos, para atingir objetivos inalcançáveis. Mas o que surpreende-me também, é que o tudo também dura para sempre. Tudo tão abstrato, esse monte de palavras sem sentido, sem tamanho. Mas com uma força tão grande. O que importa é que o infinito não é de niguém, nem meu, nem seu. E mesmo assim, podemos lutar para tentar alcançá-lo.

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